terça-feira, 11 de janeiro de 2011

BRAZILIAN COMICS IN KOREA (TOPAZ, CREEK&RIVER AND KOMACON)

EDUARDO VETILLO - Artwork
(EXTRA: he will be honored with the AQC (Cartoonists and Comics Association SP) Angelo Agostini Comics Master Prize!)
Eduardo Vetillo was born in São Paulo, Capital, and his first attempts in drawings began at an early age; later, eager to develop new techniques he enrolled in the School of Visual Arts in New York.
In his return,he opened his own studio and has so far colaborated as an ilustrador of school and comic books.

WALTER VETILLO - Storywriting
Walter Vetillo was also born in São Paulo, Capital, and graduated from Economy School at the University of São Paulo; as a storywriter he was commissioned for articles in the major magazines.
Later, he started making adaptations for school and comic strip books.
He is also a pioneer in the struggle to preserve environment and has been deeply involved in ecological causes.

CONTACTS:
wvetillo@terra.com.br
waltervetillo@ig.com.br
http://vetillobrothers.blogspot.com

QUILOMBO and O GUARANI
Quilombo is a Comics written and drew by Eduardo Vetillo, and O Guarani is a brazilian Literary Classic, written by Jose de Alencar, adapted by Walter Vetillo with drawings and colors by Eduardo Vetillo.





EDUARDO IN LAMBIEK
The Dutch Comiclopedia:
http://lambiek.net/artists/v/vetillo_eduardo.htm
"Eduardo Vetillo drew Disney comics for the publisher Abril in the early 1990s. He has mainly done stories with 'Hard Haid Moe', but also with 'Mickey Mouse' and 'Jose Carioca'. Vetillo also drew the Brazilian 'Spectreman' comic books in the 1980s, published by Bloch Editores. 'Spectreman' was a Japanese live action TV series created in the 1970s, but very popular in Brazil in the 1980s."

SPECTREMAN
This Comics Magazine was published in Brazil by Bloch Editores.
It was more than 600 Comics pages.
http://www.tvsinopse.kinghost.net/s/spectreman.htm




TOM SAWYER ADVENTURES
This Mark Twain north-american Literary Comics adaptation is still unpublished...
But it was a Eduardo's childhood dream, was the first book in english that he've read!






Eduardo and Walter Vetillo are on the road of comics and literature for a long time. Worked for publishers RGE, Bloch, Globo, Vecchi, April, FTD, Escala Educacional, Cortez, and many others. They continue making history in the Brazilian Comics Legends (Trapalhoes, Hanna-Barbera, Spectreman, Chaves, Urtigao, Chet, Colt 45, Tiradentes, Zumbi, Treasure Island, Maria Quiteria ...)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

EDUARDO VETILLO INDICADO COMO MESTRE DO QUADRINHO NACIONAL


O cartunista e quadrinhista Bira Dantas lançou campanha na Internet em que pede que votem em mim (e em Dag Lemos) como Mestres do Quadrinho Brasileiro.
Agradeço por esta mobilização; aliás, do Bira, só se pode esperar atitudes
desta natureza. Foi um grande presente de natal para este velho desenhista. Espero
ainda um outro presente que é poder contar com saúde e pique para enfrentar a prancheta de cada dia e continuar tb desfrutando da amizade dos velhos companheiros, dos quais ele está na linha de frente.

FOTOLOG ART3 XPRESION
Aqui está a postagem feita:
http://www.fotolog.com.br/art3_xpresion/79124344
"Quero fazer uma campanha para o troféu Angelo Agostini, premiação do Quadrinho Brasileiro:
No quesito Mestres, gostaria de pedir o voto em dois grandes nomes do Quadrinho Brasileiro:

EDUARDO VETILLO E DAG LEMOS
Fui seu assistente em 1979. Eduardo Vetillo é um artista completo, do infanto-juvenil, western, ficção, super-herói, acadêmico, caricatura.
Dag Lemos, professor de tantos desenhistas que trilham carreiras até internacionais, editor que marcou presença nas bancas de Campinas e do Brasil. Em breve, trocará nosso país pelos EUA.
Ambos são nomes que abrilhantarão a premiação do Quadrinho Nacional.
Para votar, é só copiar a cédula no link abaixo, votar nos itens que quiser e enviar por e-mail.
http://aqcsp.blogspot.com/2010/11/cedula-de-votacao-do-27-premio-angelo.html

BLOG DO VETILLO
http://vetillobrothers.blogspot.com/2010/03/eduardo-vetillo.html
1. Nome completo, idade e onde nasceu:
- Eduardo Vetillo, 67 anos e nascido em SP, capital, nesta Paulicéia Desvairada.
2. Na sua infância, quais eram seus personagens de Seriados e Quadrinhos favoritos?
- Rip Kirby, de Alex Raymond e Tony Corisco, de Frank Robbins.
3. Como foi o começo de sua carreira?
- Foi trabalhando em pequenas agências de propaganda.
4. Qual foi o seu primeiro trabalho com HQ ou Ilustração?
- Foi um trabalho sobre a independência do Brasil para a Editora Edrel.
5. Conte como aconteceu sua viagem para os EUA e do curso que fez na Escola de Arte. Você consertava as telhas das casas para se manter. Como aprendeu isso? Alguma vez caiu do telhado?
- Foi para aprimorar as técnicas de ilustração e consertava telhados sim, mas felizmente nunca caí.
6. Você sempre fez caricatura?
- Não, foi de uns sete anos para cá.
7. Quando aconteceu sua entrada na Abril? Que personagens você mais desenhava, além do Urtigão? De quem eram os roteiros que você desenhava e quem fazia sua arte-final?
- Foi em 1974. Além do Urtigão, desenhava também o Peninha, mas não me lembro de quem eram os roteiros e a arte final.
8. Antes dos Trapalhões você desenhou Hanna-Barbera no estúdio Ely Barbosa. Lembro-me em especial de suas HQs de “Jana das Selvas” (publicada no Brasil pela Ebal com o nome original: Rima). O que você mais gostava de fazer e porquê?
- Era exatamente a Jana das Selvas, que mais combinava com o meu estilo.
9. O que representou na sua carreira ter sido desenhista do gibi “Os Trapalhões”? Como foi a experiência de ter tido um assistente? Durante quantos anos você desenhou o gibi? O que você achou do Ely ter abolido a arte-final nas HQs? Por que a revista parou de ser publicada?
- Foi um período muito profícuo, o assistente (Bira) foi importantíssimo e desenhei o gibi por três anos - o Ely preferia o traço a lápis espontâneo do desenhista. A revista parou unicamente porque a Bloch Editores se preocupou somente com o telejornalismo , que foi sua ruína), e o mesmo aconteceu com o Spectreman, que foi até o número 32.
10. Você sempre caricaturou o pessoal do estúdio nas HQs dos Trapalhões, era só por brincadeira ou você pensava em imortalizar os companheiros? Eu sempre achei que você era o Al Capp brasileiro, pelo traço satírico e caricatural, retratando de maneira super-humorística os tipos brasileiros, do vendedor de picolé, mate gelado, puxador de carroça, engraxate, caipira, executivo, ao operário. Você foi influenciado pelo genial criador de Lil’ Abner, o nosso Ferdinando Buscapé?
- Era só por brincadeira. Fui sim influenciado pelo Al Capp, mas meu grande ídolo nas HQ foi Alex Raymond.

EN ENGLISH:
http://lambiek.net/artists/v/vetillo_eduardo.htm
Eduardo Vetillo drew Disney comics for the publisher Abril in the early 1990s. He has mainly done stories with 'Hard Haid Moe', but also with 'Mickey Mouse' and 'Jose Carioca'. Vetillo also drew the Brazilian 'Spectreman' comic books in the 1980s, published by Bloch Editores. 'Spectreman' was a Japanese live action TV series created in the 1970s, but very popular in Brazil in the 1980s.

EN ESPAÑOL
Me gustaría hacer una campaña aquí por el trofeo Angelo Agostini, premiaccion de Historietas brasileñas:
Maestros en la pregunta, quiero pedir el voto en dos grandes brasileño de Historietas:
DAG LEMOS Y EDUARDO VETILLO
Vetillo es dibujante de BD para niños, jóvenes, ficción, superhéroes, académico y caricatura.
Ambos son nombres que abrilhantarão los premios de Banda Dibujada en Brasil.
Para votar, sólo tienes que copiar el enlace de abajo de la boleta, votar en que desea y enviarlo por correo electrónico.

1. Nombre completo, edad y lugar de nacimiento:
- Eduardo Vetillo, de 67 años de edad y nacido en Sao Paulo, capital, desvairada Paulicéia.
2. En su infancia, cuáles fueron sus personajes favoritos de historietas?
- Rip Kirby de Alex Raymond y Corisco Tony, Frank Robbins.
3. Cómo fue el comienzo de su carrera?
- A trabajar en agencias de publicidad pequeñas.
4. Cuál fue su primer trabajo con ilustraciones?
- Una obra sobre la independencia de Brasil para Edrel Editora.
5. Cuéntenos cómo fue su viaje a los EE.UU. y el curso en la escuela de arte. Usted trabajava reparando las baldosas de las casas. Alguna vez se cayó del techo?
- Fue para mejorar las técnicas de la ilustración y casas de techo de sí, pero, afortunadamente, nunca cayó.
6. Siempre lo ha hecho caricaturas?
- No, solo a cerca de siete años.
7. Cuando llegó a su entrada en editora Abril? Que personages ha dibujado, además de Urtigão? Quiénes eran los guionistas que ha dibujado?
- Fue en el año 1974. Además Urtigão, Peninha, pero no recuerdo quiénes eran los guiones y arte-finalistas.
8. Antes de dibujar Trapalhoes, dibujaste BDs Hanna-Barbera en Ely Barbosa. Recuerdo, en particular, sus historietas de "Jana de la Selva" (publicado en Brasil por su nombre original Ebal: Rima). Qué es lo que más te gusta hacer y por qué?
- Fue exactamente la Jana de la Selva, que combinado con más mi estilo.
9. Cuáles han sido la carrera del dibujante de cómics han sido "Trapalhões? Cómo fue la experiencia de tener un ayudante? Por cuántos años ha dibujado el cómic? Qué pensaste de Ely ha retirado la arte-final en los cómics? Por qué la revista dejó de ser publicada?
- Fue un período muy prolífico, el asistente (Bira) era importante y señaló a la historieta de tres años - Ely preferia el espontáneo rasgo del artista en lápiz.
La revista se detuvo sólo porque la Editora Bloch sólo se interesó por la empresa de televisión, lo que fue su caída), y lo mismo para el Spectreman, que llegó al número 32.
10. Siempre caricaturizavas los compañeros de estudio en las historietas de Trapalhões, era sólo una broma o pensabas en inmortalizar a sus compañeros?Siempre pensé que usted era Al Capp brasileño (creador de Lil Abner) con dibujos muy satíricos que representavan de una forma humorística tipos brasileños, como el vendedor de helados enla playa, vendedor de mate, cuidador de carro, limpiabotas, redneck, ejecutivo, obrero. ¿Fue influenciado por el genial creador de Lil Abner, nuestro Ferdinando cohete?
- Fue sólo una broma. Yo estaba tan influidos por Al Capp, pero mi gran ídolo en la sede fue Alex Raymond.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

1 HORA DE BATE-PAPO ENTRE TITÃS


1 HORA DE BATE-PAPO ENTRE TITÃS
Eduardo Vetillo e Wilde Portela
http://blogdochet.blogspot.com
intermediado por Bira Dantas
http://chargesbira.blogspot.com
via Facebook.

Caro leitor, você imagina o que acontece quando duas lendas vivas da HQ brasileira se encontram na internet? Vetillo e Wilde, parceiros de Chet, um dos ícones dos Quadrinhos de Farwest no Brasil, não se falavam há 20 anos. Este digitador que lhes fala presenciou uma verdadeira epopéia com dois Gigantes. De um lado (em Olinda), um mestre das letras e da narrativa quadrinhística. De outro (em Campinas/SP) , um mestre do traço no bico-de-pena, das pinceladas aquareladas, dos desenhos enquadrados. No meio, um reles mortal com mania de vislumbrar sonhos. Um Ulisses, tentando achar o caminho de casa, perdido no oceano, maravilhado com Gigantes Olímpicos, monstros e sereias. Como cantou Gil, o genial ex-ministro da Cultura (um dos melhores que já tivemos) ”fazendo uma jangada de gigabytes, pra navegar nas ondas deste infomar, aproveitando a vazante da infomaré”.

εξασφαλιστεί ότι οι θεοί για εμάς.
(Que os Deuses velem por nós)

Bira: Oi, Wilde, estamos aqui.
Edu: O Wilde foi o melhor roteirista com quem trabalhei!
Wilde: Caramba!

Bira e Edu: Caramba dizemos nós!
Wilde: Mas com o Vetillo nos desenhos, era fogo. Adorava ver aqueles traços nervosos e com um movimento incrível. O Vetillo tinha um estilo bem pessoal.
Bira: Vixi, to vendo que essa conversa a três vai parar no site Bigorna.
Edu: E o relançamento do Chet, como foi isso, quem fez?

Wilde: Foi uma editora do Paraná.
Edu: Puxa, quantos anos de janela, que bom que os Quadrinhos estão voltando.
Wilde: Rapaz, que prazer enorme. Dia desses minha irmã, que foi casada com Ota, falou de você e comentamos seus desenhos...

Bira: Eita, diabo, danou-se!
Edu: A Su?
Wilde: Não, a Fátima. Mas falando do Chet, era aquele lance, quando eu pegava a revista que vinha com o traço do Vetillo, eu lia tudo com calma, degustando cada quadro e aí, eis que vejo o cara do lado do amigo Bira.

Edu: Eu achava muito bacanas roteiros com três acontecimentos simultâneos, que acabavam com um desfecho único.
Wilde: Pois é, dica de noveleiro. Uma trama e três paralelas. Sabe, gosto de escrever assim... Às vezes fico numa situação complicada, pois não gosto de escrever sinopse. E, gozado que o Vetillo seguia, direitinho, as tomadas de cena que eu descrevia. Era arretado!

Bira: É, estou aqui de bagrinho em aquário de tubarão. Só fera!
Wilde: Você também é fera, Bira! Jovem fera, desenha minha cara pra eu botar no Facebook e no Orkut!
Bira: Demorou. Faço amanhã!
Wilde: Eba!
Edu: Wilde, ainda quero desenhar mais HQs com roteiros teus.

Bira: Opa, senti de novo a parceria no ar!
Wilde: Amarra o endereço do Vetillo, pois to levando a sério a nova-velha parceria Wilde-Vetillo. Pra mim será uma das grandes honras. Além de bater aquele sentimento, né? Será uma história épica, clássica.
Edu: Bem no estilo Wilde.

Wilde: E também o Ota adora o Vetillo.
Bira: Falando em épico, o Vetillo acabou de entregar a Ilíada em quadrinhos pra editora Cortez. Tudo a ver com o momento de vocês! E quanto ao meu velho amigo Watson Portela?
Wilde: Tá na Bat-caverna. Nas Paralelas. Virou entidade, lenda!
Bira: Como assim, não sai mais de casa? Onde ele está morando? Ele está publicando HQ?

Wilde: Na casa de meus pais, no Recife, escondidão mesmo. Desenhou várias HQs. Estão lacradas na gaveta.
Bira: Puxa vida, gosto tanto dele, conheci Watson no Encontro de Quadrinhos em Araxá. Ele via minhas charges e queria por tudo que eu desenhasse Ficção. Eu dizia que nunca ia desenhar espaçonaves e roupas alienígenas como ele, com aquele detalhamento, luz e sombras, hachuras maravilhosas.
Wilde: Vetillo, você tem os Chets que desenhou?

Edu: Só o #1 com capa do Ofeliano.
Wilde: Eu tenho três, o #1, um especial e um que você desenhou uma história de caravana quando a turma comia até rato pra sobreviver.
Edu: Raridades! Toma conta direitinho e me manda cópias de tudo.

Bira: Rato ou preá? Hauhauhuahuahuauhauh!
Wilde: Ratazana do deserto mesmo, gabiruzão. A história chamou atenção. Parecia um filme por causa dos desenhos do Vetillo e do tema.
Bira: Wilde, minha família é do nordeste, do RN. O casamento do meu irmão mais velho, Libanio com Gilma Cyrne (parente do Moacyr), foi no sertão de São José do Seridó. Na festa eu comi um pedaço de preá torrado que só fazia crescer na minha boca. Preá, nunca mais!

Wilde: KKKKKKKKKK. Preá não como nem a pau, nem tatu-peba.
Bira: Nem Tatu-man, o meu personagem?
Wilde: Respeito o Tatu-man!
Todos: Hauhauhauauuauauhauha!
Wilde: Um dia comi gia (um tipo de rã) enganado e quando soube... UAHHHHHHH!

Thaís: Que nojento!
Wilde: Rsrsrsrsrs. Beleza, ela tem razão!
Edu: E o Ota ainda está com sua irmã mais velha?
Wilde: Tá mais não. E é irmã mais nova, pô! Botei a bichinha no colo! Faço parte do The Bengalas Boys Club. Tony Fernandes também.

Edu: O Ota é feio que só uma desgraça, ela é doida!
Wilde: Rapaz, doidaça! E continua doidaça. E falei com ele recentemente, um papo doido de dar em doido! E como sou doido, bateu não... Mas dá pedal.
Bira: Cara, eu vou colocar tudo isso no Bigorna, tem alguma coisa que quer que eu tire?

Wilde: Não! Pode colocar tudo no Bigorna!
Edu: Você lembra da gravata do Ota, mais cumprida que a do Didi? Ia até os pés...
Wilde: Rsrsrsrsrs. Vero! A gravata tronxa! Lembro sim, Ota era desajeitado paca! Pegava um ônibus cheio e antes de subir, comprava um sanduba de carne-de-porco e ia comendo em pé, o maior cheiro e a maior meleca!
Bira: Com o futunzão rolando solto! Esse é o Ota...

Wilde: Isso. Ele se pendurava com uma mão e com a outra comia o enorme sanduba e ia se melcando todo.
Edu: Mas o Ota tinha uma moral fdp no Rio.
Wilde: Ota tem moral em tudo que é canto. Ele é ferrado como editor, uma cabeça pensante.
Bira: Até em bordel, Ota tem moral!

Wilde: Lá ele perdeu. Foi roubado por três travecos e não passou mais por lá.
Bira: Que nem o Roaldo gordo? Virge santa, a fome era tanta!
Wilde: Bom, por aí...
Edu: Peter Bogdonovich está fazendo um documentário sobre John Ford.
Wilde: Ford? Meu ídolo, cara! Acabei de receber “The searchers - Rastros de ódio”, com o velho Duke, dirigido por Ford.
Edu: Uma obra-prima. Bendita seja a Irlanda.

Wilde: Bendita sim, se não fosse ela, já viu... Uma obra-prima mesmo. Já assisti cinco vezes e hoje vou assistir de novo. Atualmente estou tentando fazer uma HQ cm levada de filme.
Bira: Tem que ter Vetillo no meio.
Wilde: E vai, cara! Se ele topar, uma história sem legendas, saca? Só balões, falas. Quero fazer uma Graphic Novel, formato americano. Editora tem. Portanto, acho que a dupla Vetillo-Wilde dá pedal e vende (sem falsa modéstia)!

Edu: Sempre deu. Eu estou com muito trabalho no momento, mas com certeza, vamos voltar a trabalhar juntos. Qualquer idéia, me envie pelo correio.
Bira: O Vetillo e você, Wilde, estão na crista da onda. Massa total!
Wilde: Massa real. Papo bom é curto assim mesmo. Quando você falou que o Vetillo ia no teu estúdio, desisti de ir na casa do papa&mamma. Seria bom num boteco.
Edu: Que todos nossos projetos sejam “Ases”!

Bira: Abração Wilde. Prazer falar contigo. Mande um abraço especial pro Watson e pergunte se ele recebeu meu Birazine pelo correio.
Edu: Um abraço fordiano pra você!
Bira: Estamos que nem três pintos no lixo!
Wilde: Outro pra você. Abraços em você e no Vetillo. Valeu mesmo! Foi um prazer enorme que você me proporcionou, Bira, entrar em contato com o Vetillo novamente! Alegre que só! E tem um lance aqui de Frei Caneca em HQ, pra escola e pra crianças, você tá no meio, se te interessar.

Bira: Está topado. Depois de ter sido assistente de um Titã como o Vetillo, será uma honra ser parceiro de outro Titã como Wilde Portela, sinto-me no meio de um filme mitológico.

Ota (pelo facebook): Ei que história é essa que fui roubado por três travecos no bordel??? Até aconteceu um roubo do gênero, mas foi quando eu estava passando pela Av. Atlântica, um traveco pediu um cigarro e o outro aproveitou pra me afanar quando eu tava distraído dando o cigarro que o um pediu. Felizmente naquela época os caixas automáticos não fechavam cedo, aí passei num e saquei grana pra voltar pra casa. Fiquei muito puto, fui fazer uma cortesia e os travecos me afanaram.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Bienal do livro: irmãos Vetillo no estande da Secretaria de Educação


Recado da Editora Brasiliense:
"Palestra e Oficina dos irmãos Vetillo na Bienal de 2010...
Essas palestras são direcionadas à professores para despertar o interesse deles em apresentar o assunto aos seus alunos, mas aguardamos todo tipo de leitores, pois o livro satisfaz leitores de todas as idades."
Depto. de Marketing - Editora Brasiliense
Fone: 11-3087-0015
http://www.editorabrasiliense.com.br

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Walter Vetillo na Bienal do Livro em São Paulo

Dia 14/agosto
15h30
Palestra "Ação e Mistério" com Walter Vetillo

No estande da Secretaria de Educação de São Paulo, número 54 da rua K.

Mais informações:
http://www.editorabrasiliense.com.br

Eduardo Vetillo na Bienal do Livro, em Sampa

Dia 16/agosto
12h00
Oficina de Desenho "Criação e execução de ilustrações" com Eduardo Vetillo
No estande da Secretaria Municipal de Educação.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Desenhos de Eduardo Vetillo para Chapolim e Sítio do Pica-Pau Amarelo

Dono de um traço elegante e extremamente moldável, Eduardo Vetillo se sai bem com personagens infantis e caricatos. A diagramação de suas páginas é muito criativa, bem como suas perspectivas, ângulos de cena e detalhes dos desenhos que "estouram" os requadros. Tudo envolve -visualmente- o leitor mais exigente.
Não é à toa que seus Quadrinhos dos Trapalhões são considerados (junto com os do criador dos bonecos, o chileno Carlos Cárcamo), os mais bem resolvidos graficamente.
Isso demonstra o seu apurado senso artístico e extremo profissionalismo, que o capacita a trabalhar em qualquer estilo de desenho ou formato-base de personagem. Seja no boneco mais atarracado como a linha "Chaves" ou mais longelíneo como na linha do "Sítio", Vetillo "incorpora" o estilo e como um perfeito "médium" do traço, molda seu desenho ao modelo padrão com facilidade.